Sinto falta do mar, daquele mar que acompanhava meus humores, que se agitava ao tempo de minhas raivas, que trazia calma ao tempo de minhas meditações e se alegrava ao tempo de meus sorrisos.
Aos retornos na beira, banhava meus tornozelos a dançar, sem buscas, sem receios, sem ensaios pra cantar. Aonde com o tempo comecei a ouvir um violão, que naturalmente se encaixava com meu canto e o som daquele mar de imensidão.
Era tudo como devia ser, era tudo o que eu podia crer, a pureza e a beleza do ser. Nada premeditado, eu era parte dele e ele parte de mim, cada um com sua essência mas sem barreiras numa única fluência.
Saudades do mar...
Muito bom.
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